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30/09/2019

VI Encontro de Leitura e Literatura da UNEB


Entre os dias 8 a 10 de outubro de 2019 acontecerá o 6° Encontro de Leitura e Literatura da UNEB - Elluneb. O evento terá como tema Direitos Humanos, Leitura e Literatura: Criar, Existir e Resistir e ocorrerá no Campus I da universidade que fica localizado no Cabula, Salvador, Bahia.
O encontro será uma oportunidade para professores, pesquisadores e amantes da literatura ampliarem conhecimentos sobre o lugar da literatura na constituição do leitor.
As inscrições como ouvinte poderão ser feitas até o dia 4 de outubro de 2019 pelo site: da UNEB.







19/08/2019

Uma pausa para viver e escrever

Imagem adaptação da capa do livro Viver & Escrever


Quando você estiver cansado e quiser uma pausa para pensar junto com grandes escritores da cultura brasileira, livros como Viver e Escrever 1, organizado por Edla van Steen, é uma opção de leitura agradável e enriquecedora.
O livro é fruto dos anos de trabalho de Edla como entrevistadora e traz um conjunto de bate-papos bem-variado, tendo como eixo depoimentos dos autores sobre o ofício da


No primeiro volume, os depoimentos são de Mario Quintana, Orígenes Lessa, Ricardo Ramos, Nélida Piñon, Dias Gomes, Jorge Amado, Edilberto Coutinho, Ary Quintella, Ignácio de Loyola Brandão, João Antônio, Lêdo Ivo, Octávio de Faria e Menotti Del Picha.
As entrevistas são das décadas de 1970 e 1980. Será uma ótima oportunidade para o leitor conhecer mais a literatura brasileira e ainda se situar nos acontecimentos ocorridos durante essas duas décadas.
O Educar na Praxe selecionou algumas reflexões dos autores contidas nas entrevistas.

Boa leitura!

Imagem Pensamento Mário Quintana

Imagem Pensamento Orígenes Lessa

Imagem Pensamento Dias Gomes


Imagem Pensamento Jorge Amado

Imagem Pensamento Edilberto Coutinho

Imagem Pensamento Ary Quintella

Imagem Pensamento Ignácio de Loyola Brandão

Imagem Pensamento João Antônio

Imagem Pensamento Lêdo Ivo

Imagem Pensamento Otávio de Faria

Imagem Pensamento de Menotti Del Picchia


E aí? Gostou? Se gostou, vá às origens, leia o livro. A leitura agradece.

Até a próxima!

O que? Viver e Escrever 1
Quem organizou? Edla van Steen

15/04/2019

As novidades da HBR Brasil de fevereiro/2019

Mosaico da capa da revista HBR Brasil - fevereiro/2019


A revista Harvard Business Review do mês de fevereiro/2019 traz como pauta os meandros da privacidade das informações no mundo WEB.

No periódico o leitor vai encontrar textos como:
  • Consentimento não informado – que trata do relacionamento entre empresas e consumidores, quanto à privacidade de dados.
  • Como exercer o poder que você não pediu – traz uma proposta de discussão interessante sobre a possibilidade de as plataformas de informações se tornarem fiduciárias dos conteúdos em depósitos: muito relevante!
  • O funcionário rastreado e feliz - discute um assunto mais que atual: como o People Analytics pode influenciar na privacidade dos funcionários?
  • Projeto para uma sociedade digital melhor – analisa falhas existentes nas políticas de coleta de dados
  • “Pare de pensar em consentimento: isso não é possível nem correto” – é uma entrevista com a filósofa e especialista em privacidade Helen Nissenbaum

Mas a revista não termina por aí?
Há ainda um artigo sobre cultura da inovação; outro sobre marca corporativa e motivação.


A HBR Brasil trabalha com artigos feitos por especialistas na área. Isto é bom, pois não corremos o risco de ler textos de “gurus da mídia”, que só conhecem teoricamente os problemas da área corporativa.
Nos textos geralmente os autores trazem resultados de pesquisas que eles próprios fizeram.

É para ler, guardar, reler e abrir novas discussões sobre temas tão importantes da contemporaneidade.

Até a próxima!

O quê? Harvard Business Review
Quando: fevereiro/2019
Onde encontrar: livrarias e bancas de revistas

Onde mais: hbrbr.com.br


Até a próxima!

13/03/2019

A educação pela linguagem audiovisual

Imagem do livro Estratégias do Olhar Fotográfico


Aqui no E-Praxe, boa parte das publicações têm como objetivo trazer informações sobre a formação sociocultural do educador, além de assuntos sobre didática, é claro!
Um assunto que está recorrente em nosso portal se refere à linguagem visual em educação, pois, no mundo das mídias sociais digitais e das multimídias, é vital para os profissionais de educação aprenderem mais sobre a sintaxe da linguagem visual.
Livros como o de Adriano Miranda, Estratégias do olhar fotográfico - teoria e prática da linguagem visual, contribuem sobremaneira para quem é da área de educação possa compreender como as imagens podem contribuir para a promoção de aprendizagens significativas.

Sobre o livro
Estratégias do olhar fotográfico traz um olhar sobre a fotografia de maneira leve e certeira. Nele Adriano Marinho apresenta os elementos formais para construção de boas imagens, fazendo o leitor, aos poucos, ir entendendo os rudimentos da boa produção fotográfica.
Com a preocupação que vai além do simples registro de imagens, o autor discorre sobre composição, abordando temas como sobreposição, peso de imagem, ritmo da fotografia e uso de grades como basilares para o interessado em fotografia possa construir histórias, ou melhor, propósitos ao registrar o mundo em que vivemos.
O livro demonstra de forma simples como usar a criatividade para construção de imagens que sejam produtoras de mensagens.
Para incentivar o processo criativo do leitor, Adriano conta histórias, traz depoimentos de reconhecidos fotógrafos e ainda sugere exercícios de construção de imagens para que o aspirante a fotógrafo se aprimore a cada capítulo lido.
As imagens contidas no livro ajudam também no processo de aprendizagem e ainda vêm acompanhadas de um ícone para nos ajudar a melhor posicionar a câmera no objeto a ser fotografado.
Mas educador precisa aprender a fotografar? Quem sabe? Mas uma coisa é certa, precisamos entender a lógica de criação de imagens. Imagens que sejam relevantes para promover a aprendizagem.


Que é isto? Estratégias do olhar fotográfico - teoria e prática da linguagem visual
Quem escreveu? Adriano Miranda

Quem editou? Paulus


06/03/2019

Rituais de Leitura - o prazer de mergulhar no texto

Rituais de Leitura - o prazer de mergulhar no texto

O gostar de ler impulsiona alguns hábitos que podem ser compartilhados.

No primeiro contato com o livro analiso a capa, olhos as imagens, verifico de que editora é a obra e aprecio as cores. Depois vou para a quarta capa buscar mais informações. A partir daqui já é possível verificar se levo ou não levo.

Seguindo em frente passeio pelas orelhas e vou esmiuçar cada item do sumário.

Já com o livro comprado, leio a apresentação e a conclusão, observando se fiz a compra adequada, pois nem sempre a gente acerta. Depois é a vez da introdução. Agora já tenho noção da estrutura do livro; pego um clips e marco a página do primeiro capítulo para continuidade da leitura.

Em seguida leio todas as notas e vou a cada trecho que se refere à nota para ver se não há necessidade de alguma consulta básica preliminar.

Da leitura das notas, passo para análise da bibliografia para ver que linha de pensamento o escritor utiliza.

Agora sim! Começo a leitura. Durante a jornada leitora vou a fontes externas se achar necessário.

A leitura se torna hipertextual: tudo que for referente ao conteúdo do livro passa a ser motivo de curiosidade e pesquisa. Se for necessário, faço anotações para uso posterior em alguma produção própria.

E você? Como faz sua leitura? Já tem um ritual?


Até a próxima!




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25/02/2019

Olha a inteligência artificial aí!

Capa da Revista FAPESP número 275

Gente, já escrevemos aqui sobre a revista Pesquisa FAPESP, quando o periódico tratou do tema dos algoritmos.
Agora em janeiro/2019 a Revista surpreende o leitor com o assunto Inteligência Artificial (AI).
Olha, inteligência artificial e algoritmos são dois temos da área de tecnologia da informação e comunicação (TIC) de interesse de qualquer educador.
O conjunto de textos sobre AI é bem organizado e dá um panorama a respeito dessa área do saber tão importante na época atual.
Mas a Revista não se prende somente à temática da AI, na edição de janeiro, há assuntos como literatura de cordel, anestésicos como psicodélicos e vacina contra a dengue.
A Pesquisa FAPESP é um arauto de informações sobre ciências, que pode ser lida tanto pelos profissionais das áreas científicas, quanto pelas pessoas leigas que desejam obter mais informações sobre a produção de conhecimento no Brasil.
A Revista tem um quadro regular denominado Boas Práticas, que discute a atuação do pesquisador quanto a atitudes diante da profissão.
Um detalhe: a capa foi muito bem produzida, trazendo a imagem de um robô, pensando; nada mais pertinente.
O leitor tem duas opções de acesso: comprar a revista nas bancas ou acessar o site da revista no endereço Revista FAPESP.


➤ Que é isto?
Revista Pesquisa FAPESP nº.  275

➤ Quem produziu? Fundação do Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP
➤ Quando foi? Janeiro/2019
Até a próxima!


28/01/2019

Suportes para leitura multimodal



Em algum momento você estará lendo jornal num smartphone ou num notebook. Mas talvez você queria mesmo era ler em mídia de papel.

As opções são diversas e isto é bom.

Estamos multimodais: temos possibilidade de leitura em formatos diversos graças aos  aparatos tecnológicos que vão surgindo. 

Mas como escolher um suporte de leitura agradável para uso no dia a dia?

Será que os novos dispositivos têm condições suficientes de nos propiciar a leitura agradável de textos, imagens, sons, vídeos e animações?

Na prática não há resposta única; dependerá do contexto de leitura.

Vamos analisar algumas mídias eletrônicas para leitura WEB?

Notebook - este serve para leitura de e-mails e de documentos administrativos no trabalho. Também pode ser usado para leitura de imagens, vídeos e infográficos. O problema é que a gente cansa quando fica o tempo todo sentado usando o equipamento. Algumas pessoas gostam de ler na cama, mas mesmo assim ainda é um inconveniente por causa do peso.

Tablet - aqui você tem oportunidade de experimentar equipamentos de diversos tamanhos e qualidades de telas. É muito indicado para leitura de livros, revistas e artigos. O problema é a quantidade de luz emitida que nem sempre podemos calibrar para atender ao nosso tipo de visão.

E-Reader - este equipamento é indicado para leitura de livros ou material que contém mais texto. Há poucos equipamentos desenvolvidos com a tela colorida. Isto é problema também, pois é muito gostoso ver textos e imagens coloridos. Huum! Temos outro problema: os fabricantes adotam formatos exclusivos, o que nos impede de ler em uma variedade maior de formatos.

Smartphones - este aqui conquistou a maioria dos usuários. É no consultório médico, nas filas dos bancos, nos metrô: sempre encontra alguém lendo num smartphone. Mas eles, na maioria, têm telas pequenas, o que intefere de forma negativa quando precisamos ler textos mais longos.

Poxa, dá muito trabalho escolher um modo de ler hoje em dia! Que nada! O bom é que o leitor aproveite o potencial que cada aparelho tem e curta ao máximo a leitura. E, por enquanto, vamos aguardar um pouco mais por uma inovação que contemple os pontos positivos de cada um dos aparelhos aqui listados e nos proporcione uma experiência de leitura mais prazerosa.

21/01/2019

13 capas de livros que impressionam





Gente, foi muito difícil escolher as capas dos livros aqui listados, mas sabemos que toda escolha é incompleta.

Você tem suas escolhas e poderá exercê-las também. Afinal de contas quem nunca ficou impressionado com um livro somente em ver a capa?

Então vamos conhecer as 13 capas de livros que impressionam?

  1. Conectados no ciberespaço, organização Roberto Aparici: as figuras interligadas dizem muito sobre o livro. A representação de seres humanos ligados em mídias digitais dá o tom dos temas que serão discutidos na obra.




  1. Arte de resolver problema, de G. Polya: o símbolo da interrogação desperta a nossa curiosidade e ainda esses cubos nos convidando a resolver problemas; demais!



  1. Como falar, como ouvir, de Mortimer J. Adler: a articulação de alguém que fala, um microfone e alguém que ouve é um convite a discutir o tema da conversação.



  1. Interação em rede, organização de Alex Primo: a confluência de elementos sinalizadores indiciais provoca uma vontade no leitor de abrir logo o livro para ver do que se trata.



  1. Neurociência e educação - como o cérebro aprende, de Ramon M. Consenza e Leonor B. Guerra:  ah! Esse labirinto que é a mente humana. Quanto ainda temos de aprender sobre isto. Repare no detalhe da mão segurando um giz: indicador da presença da educação, e o fundo verde, lembrando o nosso quadro de escrita escolar.



  1. Como aprendemos - a surpreendente verdade sobre quando, como e por que o aprendizado ocorre, de Benedict Carey essa imagem que ora se parece com um cérebro, ora se parece como um balão de fala, impressiona. Ainda há o multicolorido que compõe o interior da figura, cheia de intricados elementos que suscitam aprendizagem.



  1. Epistemologia e didática - as concepções de conhecimento e inteligência e a prática docente, de Nílson José Machado: uma composição simples, que trabalha sobre os tons do azul, chamando o leitor para participar da rede de seres humanos que compõem a teia da epistemologia e da didática.



  1. Teorias da aprendizagem - o que o professor disse, de Guy L. Lefrançois: aqui também o cérebro como labirinto, só que com o acréscimo das duas dimensões conhecidas por todos: o raciocinar e o imaginar: um lado em preto e branco e o outro, colorido.



  1. Por que escrevo?, organização de José Domingos de Brito: peça marcada pela criatividade e pela simplicidade. No fundo textos manuscritos; no fronte, a interrogação; o detalhe da página virada à direita do leitor produz muita atração sobre o que está contido no texto.



  1. A fórmula do texto - redação, argumentação e leitura - técnicas inéditas de redação para alunos de graduação e ensino médio, de Wander Emediato: a composição com início e fim feita com um lápis, o mosaico no fundo, com cores que se confundem com as mãos dá uma sensação de que escrever é uma coisa boa.



  1. m-learning e u-learning - novas perspectivas da aprendizagem móvel e ubíqua, de Amarolinda Saccol, Eliane Schlemmer e Jorge Barbosa: a imagem desse homem à beira da praia, plugado em um celular e esse monte de signos explodindo para explicar o mundo, desafiam o leitor a tentar descobrir mais sobre o conteúdo do livro.



  1. Para entender o texto - leitura e redação, de Platão e Fiorin: aqui o leitor é apanhado por uma tempestade em sonho de busca e de imaginação; com o livro ele navega por terras outras e constrói novos mundos.



  1. Textos multimodais - leitura e produção, de Ana Elisa Ribeiro: com esta capa, o leitor já inicia a leitura dos sentidos e significados do livro. O jogo bem articulado de imagens e textos aproxima e seduz.



E aí? Gostou das capas? Alguma delas te despertou para adquirir o livro?

14/01/2019

Textos Multimodais? Que é isto?




Ana Elisa Ribeiro conseguiu tratar de um assunto atual de maneira leve e precisa. Textos multimodais traz relatos do processo de criação de mensagens que aglutinam textos e imagens, com uma narrativa didática e fluida.

Primeiro a autora trata das atividades de reescrita e retextualização; depois aborda um assunto que se tornou corriqueiro na vida das pessoas, mas ainda é pouco estudado nas escolas: os infográficos; nos capítulos seguintes Ana Elisa aborda os resultados de pesquisa feita em sala de aula, em que o objeto de análise foram as produções dos educandos de gráficos, diagramas, textos, mapas e fluxogramas. Tudo isto a partir da experiência prévia da vida cotidiana dos alunos.

Os exemplos são bem contextualizados e mostram a dinâmica ocorrida com uma turma de estudantes tanto na produção de textos multimodais, quanto leitura dessas novas peças mensageiras.

A teoria vai se explicitando a cada produção dos educandos que vai sendo analisada, fazendo da obra uma referência teórico-prática para que deseja veicular mensagens em diversos suportes: áudio, texto, imagem, vídeo e o que mais vier à cabeça.

Esta é uma obra de público-alvo vasto, pois ajuda tanto os profissionais de diversas áreas que desejam produzir material multimodal para entreter e informar, quanto aos educadores e planejadores de ensino-aprendizagem, quando estes forem produzir ou analisar junto com os educados material didático multimodal.

Destaque para a capa, que se alinha de forma harmônica ao conteúdo contido no livro.



O que é? Textos multimodais - leitura e produção
Quem escreveu? Ana Elisa Ribeiro
Quem editou? Parábola

Imagem da capa: Ponswan/123RF 


Até a próxima!

03/12/2018

É lógico, meu rapaz!

Imagem Use a lógica



A lógica é uma área do conhecimento necessária a todos. No dia a dia precisamos deste recursos para as mais diversas situações.
No mercado existe uma infinidade de livros que tratam do assunto, mas nem sempre tais obras conseguem se aproximar do cidadão leigo no assunto e tornar a lógica uma área de conhecimento universal, de utilidade para a formação da cidadania. 
Mas o leitor não precisa se desesperar. Existe um livro que consegue criar aproximações entre os seres humanos normais com esse patrimônio da humanidade. Trata-se de Use a lógica - um guia para o pensamento eficaz, de D.Q. Mclnerny.  
Mclnerney consegue traduzir para o leitor os labirintos do mapa complexo da ciência e da arte da lógica.  
No primeiro capítulo ele demonstra a importância dessa ciência, abordando assuntos como a organização das ideias, o problema da verdade, indo até questões como comunicação eficaz e interação com os fatos. 
Após preparar o leitor para as dimensões fundamentais de lógica, D.Q. Mclnerny discorre sobre os princípios dessa forma de organização do pensamento, explicando algumas categorias dessa arte milenar. 
Depois que o  leitor estar familiarizado com o pensamento lógico, é chegada a hora de apresentar os princípios da argumentação. Este é o ponto em que muitos leitores desistem de continuar a leitura em muitos livros, pois nas explicações ocorrem muitos registros de fórmulas, afastando os iniciantes da área.
Mas Use a lógica consegue nos manter atentos e vai conduzindo o leitor ao entendimento da argumentação lógica com muita clareza e fundamentação.
O livro também trata das questões do pensamento ilógico, explicando como alguns problemas na construção do pensamento podem favorecer a construção de argumentos ilógicos.
Aprender lógica é algo necessário para todo e qualquer cidadão, pois é uma aprendizagem que faz com que melhoremos a construção de nossas mensagens, ajudando a todos na construção de um pensamento mais organizado, claro, coeso e coerente.
E é o que Mclnerny busca quando nos oferta um texto simples e esclarecedor sobre um tema tão pertinente para a boa formação da cidadania. Até parece que estamos lendo alguma história de Sherlock Holmes: É lógico, meu caro!

Mais

O quê? Use a lógica - um guia para o pensamento eficaz
Quem criou? D. Q. Mclnerny
Quem editou? editora Best Seller

Pensamentos do Autor:

Senso comum é aquele raciocínio confortável do dia a dia que vem de nossa consciência e de nosso respeito pelo que é lógico. p. 123

Argumentar é uma conversa racional. Não é para ser confundido com disputa. O objetivo do argumento é chegar à verdade. O objetivo da disputa é chegar às pessoas. p. 122

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